Salvador da Pátria
Como vocês viram no meu balanço de fim de ano poderia ter dado bem mais, se bem que acho que mesmo quando se pratica sexo com freqüência sempre há espaço para mais. Bom, mas levando em conta que a freqüência está muito longe do meu ideal, preciso tomar minhas providencias para não me tornar um chata, recalcada e neurótica.
Solução óbvia, a masturbação.
Meu vibrador me impede de sair pelas ruas querendo matar as pessoas. Mas como todo bom companheiro, já me meti em várias enrascadas por causa dele.
Primeiro que eles sempre quebram, segundo um ex namorado meu não há motor que agüente - risos.
Chegou uma época que eu tinha dois que não serviam para absolutamente nada e um terceiro que ainda dava o ar da graça, até que um dia se cansou. O que fazer com a carcaça?
Não tive dúvidas, pedi para o ex namorado arrumar! Ele pegou o que restou dos três e construiu um quase novo, mas que funcionava. Certo que ele não durou muito, mas foi o suficiente para eu juntar dinheiro e comprar um quarto.
Outra dificuldade é o que fazer com os que já não serviam para nada? Jogar no lixo morando com a mãe é meio complicado, então resolvi jogar no metrô, um lixo bem impessoal. Foi só eu jogar o saquinho lá que um mendigo resolveu, imediatamente, revirar o conteúdo do meu saquinho.... não deu outra, minutos depois lá vinha o dito com meus vibradores falidos balançando na mão em plena plataforma.
Mas o maior constrangimento foi mesmo minha mãe ter achado a prova do crime em cima da cama, eu não sabia onde enfiar a cara. Até hoje fingimos que aquele dia nunca existiu.
Tem outros contras, como já coloquei em outro post, gasto um dinheirão com pilhas, elas estão pela hora da morte e duram no máximo uma semana, quando estou muito tranqüila. Já tentei pilhas recarregáveis mas a potencia não é a mesma.
Bom mesmo, de verdade, é quando consigo conciliar tudo o namorado e o vibrador, certamente uma bela oferta.
Escrito por Menina má às 14h56
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